SINOPSE
Questões sobre amor e subjetividade feminina são exploradas de maneira profunda, levantando inquietações sobre a solidão, a culpa materna e a disponibilidade para cuidar dos outros. A análise se estende à experiência masculina, que se concentra em desempenho profissional e sexual, revelando como eventos como desemprego e impotência afetam a identidade masculina.
Com base em duas décadas de prática clínica e pesquisa em saúde mental, a autora investiga as especificidades de gênero e os mecanismos que moldam a subjetivação, propondo reflexões sobre pedagogias afetivas e a desconstrução do binarismo cultural.
