SINOPSE
Uma análise profunda do sistema de saúde revela alternativas para fortalecer a estrutura pública e desafiar o poder econômico dos oligopólios. A pesquisa aponta que o sistema paralelo perpetua desigualdades sociais, favorecendo o crescimento do mercado e comprometendo os princípios constitucionais da saúde. A crise de financiamento do sistema público é agravada pela concentração de renda e pela subtração de recursos, resultando em um ciclo vicioso que prejudica o investimento na saúde pública.
A regulação do mercado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar é essencial para garantir que a assistência à saúde não se torne um mero produto de consumo. A atuação da ANS deve ser fortalecida, evitando a centralização e a internacionalização das operadoras, sempre com foco no interesse público e na promoção de uma saúde mais equitativa.
