SINOPSE
Questões fundamentais sobre a formação de médicos são exploradas, revelando a resistência de alunos e professores ao ensino de humanidades nos cursos de Medicina no Brasil. O debate é enriquecido por um estudo de caso de uma escola médica paulista, onde se analisa a percepção da humanização nas relações médicas.
Com base em autores de diversas áreas, as autoras conduzem entrevistas que expõem como a comunidade acadêmica compreende e reage à humanização, trazendo à tona conceitos e preconceitos que dificultam avanços nesse campo essencial da medicina.