SINOPSE
Entre 1936 e 1952, o estudo do destino de pessoas acometidas pela hanseníase revela uma narrativa rica e complexa. A pesquisa se baseia em um vasto conjunto de dados e documentos, além de memórias de pacientes que ainda habitam a Colônia, proporcionando uma visão empática e profunda sobre suas vidas.
Essa abordagem inovadora transforma os personagens em sujeitos com identidade própria, desafiando o estigma que os cercava. O texto, que articula o micro e o macro, cativa leitores de diferentes interesses, mostrando que a história das doenças pode ser contada de forma envolvente e literária.




