SINOPSE
Nos centros de tratamento intensivo contemporâneos, a morte é reconfigurada como um processo que pode ser gerido, revelando critérios e valores que muitas vezes permanecem ocultos. A análise de um caso específico ilumina a complexa organização social desses ambientes, onde dilemas éticos permeiam as interações entre profissionais de saúde, pacientes e seus familiares.
A figura do intensivista surge como um novo protagonista nesse cenário, refletindo as transformações nas práticas médicas e nos cuidados intensivos. A obra convida à reflexão sobre as decisões difíceis enfrentadas nesse contexto delicado.




