SINOPSE
Relações de poder na escola são analisadas, abordando técnicas e práticas que moldam o cotidiano educacional. O foco recai sobre as funções e instrumentos da tecnologia disciplinar, que, sob a justificativa de organizar os corpos no espaço, exercem vigilância e controle.
Essa reflexão provoca uma compreensão mais profunda das dinâmicas escolares, revelando como a ordem espacial influencia o comportamento e a interação entre alunos e educadores. O estudo convida à análise crítica das estruturas que permeiam o ambiente escolar, promovendo um debate essencial sobre educação e poder.
