SINOPSE
Dois romances emblemáticos de um renomado autor paulista servem como base para uma análise profunda do papel da literatura como discurso político. Através de suas narrativas, é possível perceber como a arte literária pode expressar desejos e sensibilidades, além de questionar a vivência social em tempos de repressão. As obras refletem as inquietações de um Brasil sob ditadura, revelando memórias ocultas e problemáticas sociais.
Essas histórias não apenas conservam um passado vibrante, mas também transmitem uma indignação palpável diante da dor e da humilhação. A escrita se torna, assim, um testemunho histórico e atemporal, desafiando padrões e sugerindo novas formas de pensamento.




