SINOPSE
Uma análise profunda do cânone literário brasileiro do período colonial revela a mentalidade colonizada que ainda persiste na sociedade. A desconstrução crítica das obras permite uma reflexão além da exegese tradicional, revelando problemas que transcendem os textos e formando uma rede de significados interligados. Essa abordagem provoca reações e resistências, apresentando análises textuais que buscam o conteúdo oculto e as omissões que moldam o entendimento do cânone.
A hermenêutica filosófica emerge dessa investigação, oferecendo uma reflexão crítica que vai além das palavras. A consciência do que foi excluído se torna essencial para captar o sentido do que é divulgado, transformando a análise literária em uma imaginação crítica sobre a formação de uma mentalidade autoritária.
