SINOPSE
Uma pesquisa de mestrado revela a análise dos fundamentos utilizados pelos ministros do Supremo Tribunal Federal em decisões sobre terras indígenas, destacando o emblemático Caso Raposa Serra do Sol. A investigação utiliza métodos de análise de conteúdo e de discurso, fundamentando-se na teoria da colonialidade do poder, proposta por Aníbal Quijano.
O estudo é dividido em três capítulos que contextualizam o tema, detalham a metodologia e exploram como a colonialidade do poder, iniciada no século XVI, ainda perpetua a desqualificação dos povos originários. A conclusão aponta para a continuidade de uma lógica eurocêntrica nas decisões do STF entre 2009 e 2018.




