SINOPSE
Elaborada por uma professora doutora e um advogado, a análise crítica de uma obra seminal sobre prisões surge em um contexto de pesquisa sobre Justiça Restaurativa. O texto examina a evolução histórica das instituições prisionais, instigando reflexões sobre suas funções e propósitos ao longo dos séculos.
Com base nas ideias de um renomado filósofo francês, a crítica revela como as prisões se estabeleceram como um mecanismo punitivo estatal, apresentando-se como alternativa aos castigos corporais e aos suplícios que marcaram a história da punição.




