SINOPSE
Refletir sobre a justiça revela sua dualidade como virtude interpessoal e institucional. A pesquisa investiga a justiça como alteridade, que busca superar a vingança por meio do reconhecimento mútuo. O estudo explora as identidades narrativas e a ressignificação da vida em comum, enfatizando a importância do perdão difícil como um caminho para a reconciliação. A fenomenologia da identidade pessoal é central para entender os conflitos interpessoais e o papel do judiciário na promoção da justiça.
A proposta é que o perdão difícil transcende a justiça tradicional, permitindo uma nova perspectiva nas relações humanas. Perdoar não significa esquecer, mas reinterpretar traumas, rompendo ciclos de vingança. A memória feliz, resultante desse processo, é o destino da justiça como alteridade, que busca promover a compreensão das fraquezas humanas e a construção de um futuro mais justo.
