SINOPSE
A judicialização da saúde surge da falta de espaços adequados para o debate sobre a alocação de recursos na saúde pública e privada. A utilização racional desses recursos é essencial, mas a responsabilidade por essa definição gera controvérsias. Atualmente, muitos acreditam que os magistrados devem decidir sobre essas questões, levantando a dúvida sobre a eficácia dessa abordagem para a sociedade.
O texto explora os aspectos históricos, sociais, jurídicos e econômicos que levaram à judicialização da saúde, além de sugerir alternativas para mitigar esse fenômeno complexo e desafiador.
