SINOPSE
Críticas construtivas à sistemática das captações de comunicações no Brasil são apresentadas de forma clara e acessível. A evolução histórica das interceptações telefônicas é explorada, desde as diversas Constituições até o regime estabelecido pela Magna Carta de 1988, destacando a importância do conteúdo sobre a forma.
Temas como provas ilícitas, escutas ambientais e o procedimento da Lei 9.296/96 são discutidos, além das jurisprudências dos tribunais superiores sobre a captação insidiosa de comunicações telefônicas e similares, proporcionando uma visão abrangente e crítica do assunto.




