SINOPSE
Desde a década de 90, a exigência do Exame de Ordem para bacharéis em Direito gera intensos debates no meio jurídico e na mídia. As justificativas incluem a expansão do número de faculdades, a má qualidade do ensino superior e a falta de fiscalização, resultando em altos índices de reprovação e uma crise no ordenamento jurídico brasileiro. A decisão do STF em 2011 reafirmou a constitucionalidade do exame, mas levantou questões sobre sua eficácia e a proteção da sociedade contra maus profissionais.
O Exame de Ordem, que reprova entre 75% a 80% dos candidatos, é um tema controverso. A discussão envolve a competência sobre a qualificação profissional e a alegação de excesso de advogados, contrastando com a falta de acesso à advocacia. Este livro propõe uma análise crítica das contradições que cercam o Exame, desafiando a interpretação dos Ministros da Suprema Corte e explorando a legislação vigente, a doutrina e a jurisprudência.
