SINOPSE
Refletir sobre eventos históricos como o Nazismo e o Apartheid revela que o Estado, ao validar condutas, não deve ser a base para a ética individual. Embora esses regimes tenham sido legalizados, a ética transcende a legalidade. Em 1948, a Organização das Nações Unidas, sob a liderança de Eleanor Roosevelt, promulgou a “Declaração Universal dos Direitos Humanos”, um marco fundamental, mas sua existência isolada não garante a efetividade dos direitos.
Além do estigma de que “direitos humanos são apenas para proteger bandidos”, as questões jurídicas relacionadas ao tema são complexas. Reflexões apresentadas nesta obra são essenciais para enriquecer o debate sobre direitos humanos e ética na sociedade contemporânea.
