SINOPSE
A carência de moradia se revela como um desafio persistente nas grandes cidades brasileiras, onde milhões de domicílios permanecem vagos enquanto famílias lutam para encontrar um lar. As políticas habitacionais existentes, embora tenham gerado novas construções, falham em conectar esses imóveis às pessoas que mais precisam, perpetuando um ciclo de desigualdade.
Garantias jurídicas, longe de atender às necessidades habitacionais dos mais vulneráveis, muitas vezes reforçam as estruturas do capital. Uma abordagem inovadora, que ofereça moradia digna sem exigências, poderia desafiar as bases desse sistema e promover mudanças significativas na vida dos sem-teto.
