SINOPSE
Textos organizados em capítulos trazem reflexões profundas sobre a condição feminina e a cultura patriarcal, abordando a maternidade e a feminilidade como locais de opressão e violência. A obra destaca a necessidade de autocuidado e vigilância constante, pois muitas vezes as mulheres se tornam tanto vítimas quanto opressoras, perpetuando ciclos de desigualdade e silenciamento, especialmente em ambientes de trabalho.
Questões como a desigualdade de gênero, a proteção das gestantes e a representatividade são discutidas, revelando a urgência de ações voltadas para a prevenção e proteção. A busca por uma cidadania plena e paritária é um chamado à ação coletiva e à transformação social.
