SINOPSE
Espíritos desencarnados podem atuar como testemunhas em julgamentos no Tribunal do Júri? No Brasil, existem precedentes jurídicos que permitem a consideração de mensagens recebidas por médiuns como prova. A psicografia, nesse contexto, é explorada como uma possibilidade no devido processo legal, abordando conceitos de provas e seus diferentes sistemas, além da garantia da liberdade das mesmas.
O trabalho analisa a autenticidade das cartas psicografadas por meio de perícia e exame grafotécnico, recuperando relatos de casos desde 1976, quando essas cartas resultaram na absolvição de réus. A discussão inclui posicionamentos doutrinários sobre a aceitação da psicografia como meio de prova em julgamentos, apresentando análises tanto contrárias quanto favoráveis ao tema.
