SINOPSE
Um novo paradigma se faz necessário para abordar a relação entre sociedade e natureza, promovendo uma visão que transcenda o antropocentrismo. A proteção dos limites do planeta e a busca por uma harmonia ecológica são fundamentais para garantir a sustentabilidade e a resiliência dos ecossistemas, além de internalizar os custos das externalidades negativas que afetam os mais vulneráveis.
A urgência de uma Justiça Ecológica demanda uma reavaliação das teorias do Direito, propondo um sistema que respeite a natureza e responsabilize aqueles que a prejudicam. A transformação do direito vigente em um modelo ecológico é essencial para enfrentar as crises ambientais e garantir a defesa de todas as formas de vida.
