SINOPSE
Heranças materiais como discos de vinil e álbuns de fotos estão sendo gradualmente substituídas por arquivos digitais, como músicas e fotos armazenadas na nuvem. Reflexões sobre o que realmente deixaremos para nossos herdeiros surgem, questionando se esses bens virtuais são transferíveis e se fazem parte do nosso patrimônio.
As implicações jurídicas em torno do acesso e da gestão desse patrimônio digital são discutidas de forma abrangente, levantando questões sobre o que desejamos que nossos familiares herdem após nossa partida. O tema é relevante e atual, refletindo a transformação da memória e da herança na era digital.
