SINOPSE
Numerosas publicações abordam o câncer sob diversas perspectivas, mas poucos trabalhos se dedicam a explorar seus aspectos sociais. A análise das representações sociais dessa doença revela desigualdades entre acometidos e sobreviventes, além de mitos que permeiam a percepção pública. Uma pesquisa inédita com 980 adolescentes de escolas brasileiras destaca a falta de educação sanitária, evidenciando crenças equivocadas sobre a enfermidade.
A linguagem utilizada em discursos contemporâneos reforça o estigma associado ao câncer, relacionando-o a questões sociais e políticas. A obra propõe uma reflexão sobre a necessidade de integrar a educação em saúde à discussão sobre o câncer, visando desmistificar a doença e promover uma convivência mais saudável com essa realidade social.




