SINOPSE
Na cidade contemporânea, os espaços naturais são frequentemente selecionados e transformados em mercadorias. A análise das representações e práticas históricas revela como as relações entre urbanidade e natureza são moldadas, destacando o impacto do mercado imobiliário na apropriação desses espaços.
Pesquisas realizadas em São Paulo, Florianópolis e Salvador oferecem uma perspectiva sobre o design da natureza urbana, que segue padrões globais. O entendimento do uso da natureza emerge como uma forma de emancipação coletiva, desafiando visões que priorizam a satisfação individual em detrimento do bem comum.
