SINOPSE
Um homem que vive na invisibilidade provoca reflexões sobre a amizade e a percepção. Através de uma interação lúdica entre texto e imagem, os leitores são convidados a participar de um jogo de esconde-esconde, onde a busca por esse personagem se torna uma metáfora para as relações humanas.
Em um cenário onde a pressa domina, a obra questiona como é possível estabelecer conexões significativas. Dizer “oi” a esse homem invisível pode ser o primeiro passo para descobrir novas amizades e entender as sutilezas do convívio social.
