SINOPSE
Uma reflexão profunda sobre a ultra-sonografia fetal em mulheres de camadas médias do Rio de Janeiro revela como a tecnologia médica influencia a percepção do corpo e da realidade. A análise vai além do relato, explorando as implicações sociais e culturais dessa prática.
Os resultados apresentados instigam um debate sobre a construção do feto como uma entidade mediada pelas imagens, questionando as fronteiras entre vida e tecnologia. Essa abordagem convida o leitor a repensar as relações entre ciência, ética e a experiência da maternidade contemporânea.
