SINOPSE
Uma análise profunda revela como a Justiça do Trabalho influenciou os conflitos sociais no Brasil, desafiando a visão predominante de que sua atuação prejudicou a negociação direta entre trabalhadores e empregadores. A pesquisa destaca que, ao longo das décadas de 1930 a 1960, os trabalhadores, ao se engajar nos canais oficiais, contribuíram para sua própria subordinação, atrelando-se a um Estado que, eventualmente, colapsaria com o golpe de 1964.
Com base em dados empíricos e argumentos sólidos, a obra sustenta que a luta por direitos dentro da institucionalidade do trabalho foi crucial para a formação de uma identidade coletiva entre os trabalhadores, evidenciando a oposição de interesses que permeava suas relações com os empregadores.




