SINOPSE
No Natal de 1991, um discurso marcante anunciou a vitória dos Estados Unidos na Guerra Fria, enquanto Mikhail Gorbatchov renunciava ao seu cargo. Essa narrativa, que associa o fim da Guerra Fria à desintegração da União Soviética, moldou a opinião pública e teve consequências duradouras para a política externa americana. A análise revela que o colapso soviético não foi resultado exclusivo das ações dos EUA, mas sim de profundas divisões internas entre as repúblicas soviéticas.
Documentos inéditos e entrevistas com figuras-chave oferecem uma nova perspectiva sobre os últimos meses da União Soviética. A crença de que os Estados Unidos desempenharam um papel decisivo nesse processo é desmistificada, revelando uma complexidade que desafia a narrativa predominante e suas implicações na política contemporânea.
