SINOPSE
Com uma análise profunda dos discursos médicos sobre a sífilis na Paraíba entre 1921 e 1940, a obra explora as práticas educativas voltadas para a higiene corporal e sexual. Utilizando a metodologia foucaultiana, a pesquisa revela os interesses e relações de poder que moldaram as percepções sobre a doença, trazendo à tona novas interpretações e significados para os afetados.
A discussão sobre a deslegitimação da sífilis como símbolo de virilidade e a promoção de um corpo saudável e atlético destaca a importância do discurso eugênico. Essa reflexão é essencial para compreender a historiografia da saúde e das doenças no contexto brasileiro.




