SINOPSE
No século XVII, a Inglaterra vivia um intenso debate político, marcado pela influência de temas medievais e princípios teológicos. A Reforma Protestante desafiou a Igreja, ao mesmo tempo que a Bíblia se tornava uma fonte de poder ambígua, utilizada por diferentes grupos em suas lutas. A Magna Carta, um documento do século XIII, emergiu como um símbolo de resistência contra a opressão monárquica, servindo como base para os parlamentares revoltosos.
Este estudo investiga como a Magna Carta foi reinterpretada como um mito político, moldando discursos e influenciando revoluções sociais e políticas. A análise, fundamentada na Análise de Discurso e na teoria do mito político, utiliza documentos históricos originais, revelando a linguagem mítica que permeava os debates da época e sua relevância nas transformações sociais do século XVII.
