SINOPSE
A construção da hidrelétrica no município de Estreito, no Maranhão, revela-se crucial para os interesses do Plano de Aceleração do Crescimento, que busca impulsionar a matriz energética e atender às demandas da indústria pesada. Contudo, essa empreitada impacta diretamente comunidades tradicionais, como índios, ribeirinhos e pescadores, que lutam por sua sobrevivência cultural e econômica em meio a um cenário de globalização.
As interações entre essas populações e o projeto revelam um conflito entre desenvolvimento e sustentabilidade, levantando questões sobre a relação da humanidade com a natureza. A resistência dessas comunidades traz à tona um debate essencial sobre o futuro do desenvolvimento e suas implicações sociais e ambientais.
