SINOPSE
Durante o regime do Estado Novo, uma estrutura corporativa moldou a sociedade portuguesa, refletindo-se nas instituições que regulavam a cultura. A Junta Nacional da Educação surgiu como um órgão representativo, promovendo a pesquisa arqueológica e envolvendo diversos grupos culturais. Iniciativas legislativas foram implementadas para preservar o patrimônio cultural, criando um ambiente propício para a comunidade arqueológica.
Esse contexto gerou a figura do “arqueólogo cordial”, que equilibrava suas emoções pessoais com seus projetos profissionais. A análise de documentos e debates ao longo de quatro décadas revela as dinâmicas e as histórias que moldaram essa prática arqueológica.
