SINOPSE
No século XVIII, a transição da escravidão indígena para a africana molda a sociedade colonial portuguesa. As relações sociais se entrelaçam entre africanos, afrodescendentes, indígenas e mestiços, refletindo a complexidade dessa época. A narrativa foca na trajetória de Faustina de Ramos, uma indígena carijó que, em 1740, é vendida como escrava no Rio de Janeiro, mas escapa para Santos em busca de sua bisavó.
Ao encontrar Madalena, também escravizada, Faustina luta judicialmente por sua liberdade, desafiando a alegação de que sua origem é africana. A história revela personagens anônimos cujas vidas foram marcadas por processos judiciais nas vilas da Comarca de Paranaguá, trazendo à luz narrativas esquecidas.
