SINOPSE
Guerras religiosas na Europa nos séculos XVI e XVII resultaram na formação de estados absolutistas, que buscavam manter a paz entre grupos em conflito. Com o tempo, essa estrutura perdeu legitimidade, sendo vista como opressora da liberdade, enquanto a sociedade civil emergia como um novo poder moral. A Revolução Francesa de 1789 introduziu uma nova era, transformando a compreensão da história em um processo contínuo e unificado, em contraste com narrativas fragmentadas do passado.
A proposta de um tempo estratificado desafia a visão linear da história, unindo voluntarismo e objetividade. A memória coletiva é suscetível a esquecimentos, onde cada experiência adquirida pode vir acompanhada de perdas. A obra analisa a relação entre previsões e realizações, ressaltando a imprevisibilidade dos planos humanos e a complexidade do tempo histórico, oferecendo uma nova perspectiva sobre a modernidade e suas inovações conceituais.
