SINOPSE
Uma análise profunda do sindicalismo brasileiro entre 1917 e 1945 revela a complexa relação entre operários e o Estado. A pesquisa destaca como a formação de sindicatos não foi apenas uma imposição estatal, mas um processo dinâmico de interações entre diferentes atores sociais, como trabalhadores, sindicatos e empresários. Essa abordagem desafia narrativas simplistas que reduzem o corporativismo a uma mera ferramenta de controle.
A reflexão proposta oferece uma nova perspectiva sobre a legitimidade da representação sindical, essencial para entender a identidade coletiva do mundo do trabalho. O estudo se torna uma referência para aqueles que buscam compreender os desafios contemporâneos enfrentados pela classe operária diante do capital.




