SINOPSE
No ano de 1967, uma visita a Santa Terezinha revelou um cenário inesperado. A passagem para a aldeia Tapirapé, inicialmente voltada para a pesquisa de contatos interétnicos, despertou um interesse profundo por questões sociais e conflitos envolvendo posseiros e peões. O que parecia ser uma simples missão de pesquisa se transformou em uma experiência marcante.
Anos depois, a vivência e as histórias ouvidas durante essa jornada se tornaram a base para um retorno, onde a realidade local e suas complexidades exigem uma nova reflexão sobre a luta por direitos e a resistência diante de grandes empresas.




