SINOPSE
Movimentos globais desafiam a apropriação de recursos e serviços por uma elite, unindo lutas em torno do conceito de “comum”. Através dessa perspectiva, novas formas democráticas emergem, articulando práticas contra o capitalismo e promovendo o governo coletivo. A prática humana é fundamental para definir o que é realmente comum, exigindo uma revolução que reestruture as relações sociais.
A proposta de uma alternativa política ao neoliberalismo se destaca, buscando esclarecer o pensamento contemporâneo sobre o comum. Essa noção, distinta de usos passados, enfatiza a atividade humana como motor para a construção de regras e instituições que promovam o uso coletivo e responsável dos recursos.
