SINOPSE
No final do século XIX, os cortiços cariocas tornaram-se foco das preocupações de higienistas. A pesquisa explora as políticas de saúde pública da época e as percepções populares sobre doenças e curas. A narrativa aborda a demolição dos cortiços, as controvérsias entre infeccionistas e contagionistas sobre a febre amarela e a resistência das comunidades negras à vacina antivariólica.
Com um olhar apaixonante e bem-humorado, a obra reinterpreta esses conflitos à luz da história social, revelando como as políticas de saúde pública moldaram e continuam a influenciar a sociedade brasileira contemporânea.
