SINOPSE
O projeto moderno tem sido amplamente debatido na literatura teórica social, especialmente em relação à sua hegemonia nas dinâmicas econômicas, sociais e culturais. No século XIX, surgiram críticas que questionaram a visão eurocentrada da modernidade, revelando aspectos problemáticos sobre a suposta condição liberadora da secularização.
Perspectivas de pensadores como Karl Marx, Friedrich Nietzsche, Max Weber, Flora Tristán e Sigmund Freud oferecem uma análise profunda das implicações dessa hegemonia, desafiando a narrativa dominante e propondo uma reflexão crítica sobre o impacto do capitalismo nas sociedades contemporâneas.
