SINOPSE
A convivência com animais de companhia revela um universo de interações que moldam tanto os humanos quanto os pets. A relação de afeto e empatia permite que esses animais se tornem agentes sociais, acessando direitos e participando ativamente do mercado pet. Essa dinâmica gera redes complexas de relacionamentos e subjetividades entre humanos e não humanos.
Ao explorar a vida urbana de cachorros e suas famílias, questões sobre a construção de valor social e as relações de consumo emergem, proporcionando uma reflexão profunda sobre a presença dos pets em nossas vidas e suas implicações na sociedade contemporânea.




