SINOPSE
Opiniões sobre figuras como Waldo Vieira variam entre admiradores que o veem como um mestre incomparável e opositores que o consideram um líder manipulador. Ambas as perspectivas, no entanto, são superficiais e refletem um olhar etnocêntrico que vê o diferente como estranho. Para os seguidores, a conscienciologia é familiar, enquanto para os críticos, é uma aberração.
A proposta é desbanalizar essa visão, analisando Vieira e os movimentos que o cercaram como produtos de sua época e respostas a questões sociais. A pesquisa oferece insights tanto para quem busca entender a trajetória de Vieira quanto para aqueles interessados no espiritualismo brasileiro do século passado.
