SINOPSE
Um ensaio autobiográfico e uma coletânea de artigos revelam a urgência do feminismo negro em um contexto de constantes ataques às mulheres negras. Memórias da infância e adolescência são exploradas, destacando o silenciamento e a discriminação que marcam essas experiências. A descoberta de autoras inspiradoras durante a juventude transforma a percepção de identidade e resistência.
Reflexões sobre o cotidiano, como a intolerância religiosa e ataques a figuras públicas, são abordadas, assim como o empoderamento feminino e a interseccionalidade. Temas como mobilização nas redes sociais e políticas de cotas raciais também são discutidos, enriquecendo o debate sobre o feminismo negro.
