SINOPSE
As bibliotecas pessoais de Adolf Hitler, situadas em Berlim, Munique e Obersalzberg, abrigavam mais de 16 mil volumes, incluindo obras de grandes autores como Shakespeare e Kant. O interesse do ditador por livros sobre ocultismo e misticismo racial revela um leitor assíduo, que se orgulhava de ler ao menos um livro por dia, enquanto suas coleções eram marcadas por um ex-libris nacional-socialista.
Pesquisas aprofundadas revelam os títulos que influenciaram a escrita de Mein Kampf e os volumes que Hitler recebeu de admiradores. Detalhes intrigantes, como um fio de cabelo encontrado entre as páginas, acrescentam uma camada de curiosidade ao legado literário do líder.
