SINOPSE
Dois amigos se reencontram em uma ensolarada tarde de verão, onde o mais jovem ouve atentamente as histórias e piadas do outro. Essas narrativas revelam um mundo que, embora tenha desaparecido há anos, ainda ressoa nas memórias de quem o viveu. A conversa flui entre risos e reflexões, trazendo à tona a nostalgia de tempos passados.
Enquanto compartilham momentos, o jovem se depara com a realidade de um passado que não pode ser revivido, mas que permanece vivo nas lembranças. A frase “não tenho uma Lira” ecoa, simbolizando a perda e a busca por conexão em meio às mudanças inevitáveis da vida.
