SINOPSE
Explora as dinâmicas de produção coletiva e colaborativa que fundamentam os processos de trabalho no teatro de grupo. A reflexão destaca a influência de movimentos como o teatro livre e político, além do teatro épico, na formação cultural e na criação artística desses estúdios.
A produção teatral europeia, desde o final do século XIX até o início do século XX, provocou reações que levaram à retomada do realismo hegemônico. No Brasil, o teatro da militância, exemplificado por grupos como o Teatro de Arena e o Teatro do Oprimido, evidenciou essa ascensão do livre.
