SINOPSE
A fragmentação da consciência, um dos pilares do modernismo, gerou a noção de um corpo fragmentado. Entre o final do século XIX e a Segunda Grande Guerra, artistas e escritores exploraram imagens de corpos dilacerados, desafiando a tradição do antropomorfismo e criando uma estética que refletia os dilemas de sua época.
Com uma escrita clara e envolvente, a autora analisa a vertente do modernismo francês, desde Lautréamont até os surrealistas, destacando o pensamento de Georges Bataille. Essa abordagem resulta em uma interpretação original que conecta história e estética de maneira inovadora.
