SINOPSE
Uma análise instigante revela a possibilidade de um vínculo entre o Antigo Testamento e a cultura helenística. A pesquisa aponta que a noção de uma ancestralidade israelita, assim como os relatos de reinos bíblicos, pode ser uma construção literária posterior, surgida no contexto do exílio babilônico. A familiaridade dos escritores bíblicos com a tradição grega sugere um diálogo cultural significativo durante o período helenístico.
Considerações sobre o Livro de Samuel e o Génesis indicam que a literatura judaica foi moldada por influências helenísticas, desafiando a cronologia tradicional. Fragmentos encontrados entre os Manuscritos do Mar Morto reforçam essa conexão, sugerindo que o período helenístico foi crucial para a formação da narrativa judaica.
