SINOPSE
A questão da justiça na Palestina é frequentemente reduzida a um aspecto legal, mas eventos históricos, como a Declaração de Balfour, revelam a manipulação do direito internacional que contribui para a despossessão dos palestinos. Desafios persistentes, como a expansão dos colonatos e a violência em Gaza, demonstram a ineficácia das intervenções judiciais na resolução do conflito israelo-palestino.
O direito internacional, embora mobilizado em favor de interesses sionistas, pode ser uma ferramenta crucial para a liberdade e justiça, desde que aliado a um programa político que denuncie a ocupação colonial. A autora investiga como um novo enfoque jurídico pode fortalecer a luta dos palestinos por pertencimento e autonomia.