SINOPSE
Reivindicações sobre a arte política e sua capacidade de transformação social foram centrais para artistas da Revolução Soviética, que viam essa mudança como intrínseca à prática artística. A visão crítica de Rancière destaca a importância da história e do povo na definição da arte, propondo que a verdadeira liberdade artística reside na integração da arte à vida cotidiana, sem separações artificiais.
Ao explorar obras de artistas como El Lissitzky e Rodtchenko, a relação entre estética e política revela tensões entre a promessa de uma nova vida e a imposição de conteúdos realistas. A busca por uma forma que represente um mundo novo continua a desafiar as convenções estabelecidas.
