SINOPSE
Reflexões sobre a vida e o papel do ser humano permeiam a narrativa, onde a metáfora do rio ilustra a impossibilidade de se autoabastecer. As fruteiras, apesar de generosas, não podem saborear seus próprios frutos, simbolizando a essência do servir ao próximo. A obra convida à introspecção sobre o verdadeiro significado de existir e contribuir.
O dilema do ser poeta se revela como uma honra, um convite à entrega e ao compartilhamento. Através de versos e sentimentos, a busca por um propósito maior se torna uma jornada rica e transformadora.
