SINOPSE
Discursos que revelam a dissonância, como a ironia, a paródia e o riso, são analisados sob uma perspectiva filosófica. Teorias de pensadores como Schopenhauer, Baudelaire e Jean Paul oferecem um entendimento profundo sobre como esses fenômenos se interconectam, destacando a ambivalência em vez da certeza. O riso, assim como a ironia e a paródia, emerge de uma dissonância que desafia a uniformidade.
A análise inclui obras de autores renomados, como Saramago, Calvino e Dostoievski, cujas narrativas dissonantes ilustram as diversas manifestações estéticas desses discursos, ressaltando a importância do sujeito na interpretação da ambiguidade presente nessas obras.
