SINOPSE
Um jovem escrivão, que se esquiva de obrigações, mergulha em um isolamento progressivo ao responder enigmaticamente que “preferiria não fazer” o que lhe é solicitado. Essa recusa provoca perplexidade em seus interlocutores, levando-o a um estado de quase desaparecimento. A narrativa explora a “pulsão negativa” que contamina escritores ao longo da história, como J. D. Salinger e Robert Walser, que optaram pelo silêncio e pela ausência.
Ao investigar o ato de não escrever, a obra reflete sobre a crise do pós-modernismo, onde a originalidade parece esgotada. Com humor e criatividade, a trama se transforma em um culto literário, revelando que o silêncio pode ser uma forma de afirmação e conquista.
